28 de maio de 2014
deve ser isso o amor
10 de março de 2014
7:30
Um dia, vou me casar e espero ficar feliz com essa decisão. Ter o emprego dos sonhos, um closet à la Carrie Bradshaw e alguns telefonemas para recusar. Vou ignorar todos os críticos. Eles não podem dizer ou escrever nada sobre minhas experiências, afinal não experimentaram delas. Nem uma pequena prova! Nada. Talvez seja por isso o descaso: eles não sabem, não viveram. Não é inveja, mas talvez arrependimento. Basear-se em opiniões mal educadas por toda a vida é perda de tempo.
20 de novembro de 2013
Playlist: in love
Eu ouvi um suspiro?
27 de dezembro de 2012
Tudo novo, de novo
21 de março de 2012
standing in the shadows
Nada é para sempre - disse para mim mesma em voz alta e de forma branda. Mas do que adianta o nada ser para sempre se você que, sempre vai ser tudo para mim, não se encaixa no contexto do para sempre como na história da Cinderela? Eu sei que parece confuso, mas se fosse necessário te chamar de nada para que eu pudesse acordar todos os dias de minha vida e encontrar seus olhos iluminados, eu o faria. Não se ofenda, meu querido... o tudo é nada sem você.


25 de dezembro de 2011
Sonho sabor licor

Você trabalha e gosta dos seus cigarros. Sua pele flui aroma de licor, certamente o meu favorito. Sorri com o canto da boca e me derrama em lágrimas com seus olhos tremendamente escuros. Posso mergulhar nestes mesmos até mesmo por fotos. E, antes que eu esqueça, quem me dera se eu fosse tão sua quanto eu sonho com o dia que você vai entrar pela porta da frente, me surpreender na cozinha, me abraçar e me deixar com aquele cheiro de licor, que eu amo.
Você me toma para dançar, como sempre de surpresa. Depois, corre e ri fazendo serenatas pela casa só para ver como o vestido que me deu rodopia acompanhado das notas. Cada nota, um beijo gentil por existir. Que a música nunca acabasse, então.
Todas as manhãs são divinas: eu trançando meu cabelo e pedindo que você não faça a barba. Você gosta de fazer surpresas, não é? Mais uma vez, me surpreende e me levanta com um “eu te amo” e “você e seu jeito que me faz chegar atrasado”. Eu insisto que você corra, mas você insiste em café, em rir com o canto da boca e olhos, em mim...
No sofá florido, você faz aquelas caretas lindas. Eu não faço muito esforço – admito minha falta de beleza – mas você diz que eu sou cega e que talvez tenha exagerado nas doses noite passada. Gosto do seu jeito de contrariar.
Por fim, você põe seus óculos escuros e para na porta com um “mal posso esperar para encontrar você aqui” e eu solto sem pensar “eu mal posso esperar para que você me encontre... aqui”. Ele sorri, beija minha testa enquanto passa a mão em minhas únicas mechas de cabelo soltas e sai. Espero que ele volte. E logo.
Quando me aproximo da varanda, posso vê-lo feliz. Quando acordo, minha mãe me chama para escovar os dentes, tomar café e arrumar a casa.
Súbitamente desejo que a realidade não seja tão amarga quanto o café do meu pai, que o dia não seja stress em gotas e que você me encontre exatamente aqui, em nossa realidade de aroma licor.
15 de julho de 2011
Ps: Eu não te amei.

Meus amigos costumam me chamar de Sam, mas ele sempre me chamou de amor.
Todas as histórias e coisas que nos contam quando se trata de "amor", são sempre a mesma ladainha: ela ama, ele só a beijou. Ela ama, ele nem sabe que ela existe. Ela ama e ele é um perfeito canalha.
Da última vez foi comigo. E foi diferente.
Conhecida pelo coração constantemente apaixonado pelo amor, ninguém nunca deixou de pensar que eu seria uma galeria de corações partidos. Enganada e entregue a todas as emoções mágicas e fantasiosas, eu amava por simplesmente acreditar na magia. Tolice a minha, obviamente.
Ele resolveu aparecer quando eu completei dezessete. Era lindo e eu estava completamente apaixonada. Ron - jamais esquecerei a forma carinhosa como eu o chamava - tinha dezoito e um coração aventureiro. Costumava comentar sobre seus sonhos quase todo o tempo e eu adorava. Ainda mais quando eu estava inclusa nestes mesmos.
Ele me amava. E muito. Lembro de várias vezes pedir para que ele se acalmasse quando falava de mim com seriedade perante aos meus pais. Quase chorava e, também, eu quase o acompanhava em doses de emoção.
Éramos fortes e inseparáveis. Um só, de acordo com os amigos mais próximos.
Com o passar do tempo, tanta coisa mudou. Do meu corte de cabelo tradicional até os meus sentimentos pelo adorável Ron. Eu temia calada o quanto estaria o magoando por não dizer nada sobre mim. Outra mesma história: o problema nunca foi ele, jamais. As coisas se encarregaram de mudar e, novamente, decidiram por me incluir em todos os aspectos de mudança.
Fiquei mais madura e incrédula com o passar do tempo. Os beijos de despedida viraram obrigatoriedade e eu já podia sentir minhas mãos gélidas de solidão, aquelas mesmas que eu sempre tive desde que nasci.
No final de tudo, deixe que Ron fosse sem nenhuma explicação válida. Admito ter sido cretina, mas justa com os sentimentos dele. Em nenhum momento, eu desejei que tivesse sido diferente e, por mais que eu nunca tenha sentido amor, eu não me arrependo de nada. Bem... de uma coisa eu me arrependo.
Ele deveria ter sido amado e não apenas mais uma paixão adolescente. E essa foi a primeira vez que eu parti o coração de um rapaz. Alguém que não era um rapaz, mas sim o meu garoto.
Para sempre.
11 de junho de 2011
Doze músicas apaixonantes para o dia doze!

Todo mundo já está completamente cansado de saber o quanto a música é um fator que influi muito em nossas vidas, especificamente em momentos desta mesma. Certo?
A data mais especial para os apaixonados de plantão está chegando, então, decidi fazer um playlist com as melhores doze músicas apaixonantes e presentear meus leitores com uma trilha sonora digna para o Dia dos Namorados!
2 de junho de 2011
Doses de café e pitadas de saudade
Minhas pernas não carregam mais consigo o cansaço de outros verões conturbados. Não estou falando de caminhadas que me deixariam exausta em questões de minutos – volte a praticar exercícios, senhorita? – mas, sim do quão trêmulas estas mesmas foram durante períodos incessantes, noites sem fim e em agonias deploráveis.Aqui estou eu, de novo. Escrevendo ou digitando. E desejando de forma amarga e esperançosa que ele se arrependa de ter mentido de forma tão encantadora e volte correndo pra mim, decidido a aparecer cantando Free Fallin'. Espero que ele me tome em seus braços e me encontre naquele abraço apertado mais uma vez. Eu jamais poderia deixar que sua voz escapasse de meus ouvidos.
Cansada, atordoada e com alguns goles de café a mais ou a menos... Bem... Não. Eu realmente não sei o que se passa com você, já que o mar de carros e estradas caóticas que nos separam, tem quase o dever de fazer com que eu me sinta imprudente ao cogitar a idéia de provar que eu existo. Mesmo que você negue todos os santos dias ocupados, eu estou aqui. Escrevendo sobre você – obrigada por não ler mais uma vez.
Com meus pés fincados nessa tese de frieza, eu mergulho em garrafas vazias. Estas já não têm mais seu sorriso e eu me refugio nas palavras enquanto fujo da multidão que parece saber tudo, mas eles não sabem como começou. E muito menos eu. Não encontro explicação racional – onde eu estava com a cabeça? Provavelmente em você e no seu jeito de me tratar com se eu fosse única, óbvio. Sem falar dos seus olhos. Ah, esses olhos transbordando esperteza. Eu deveria ter notado, mas eu não quis.
Eu não tenho mais certezas, você foi incerto, incorreto, inapropriado... E, mesmo assim, assemelha-se a uma resposta certa em uma aula de cálculo. É, você o cara errado. Eu, a garota certa. Nunca ficaríamos juntos.
Pausa para a dor no peito e um gole demorado de café.
7 de abril de 2011
Quando Caty se apaixonou pelo mundo

Não sou o cara mais certo do mundo, mas nem por isso tenho que ser castigado desta maneira. Ela. O problema todo é ela. Não que ela seja literalmente um problema, mas eu não consigo dormir desde o último sorriso. Um sorriso que eu, honestamente, sempre desejei que fosse meu.
Caty tem manias, manias chatas, manias encantadoras e aquelas manias que fazem dela a pessoa mais intrigante que conheço. É necessária em todos os meus dias, mas sempre se esvai entre todas as minhas expectativas. Sempre tenta ser cuidadosa em suas frases e gentil com suas palavras, e faz com que eu me apaixone cada vez mais. Mais, mais e mais.
Quando caio na triste realidade de que Caty nunca será minha, eu penso em como seria sortudo o dono do coração dela. Mas eu não posso negar que ela é do tipo de garota que sonha tão alto que acaba conseguindo tudo o que sempre desejou. E eu fico orgulhoso, até me encontrar aqui escrevendo mais sobre ela. Alguém que eu nunca terei em meus braços, pois ela preferiu abraçar o mundo com seus sonhos de cidade grande.
Depois de tanto tempo sem postar, resolvi tomar um pouco de ânimo com uma pitada de criatividade e criar coragem para reavivar a possível escritora que existe em mim. Espero que compreendam minha falta de tempo e continuem com seus comentários maravilhosos, queridos leitores!
Esse texto foi inspirado em um grande amigo meu que era apaixonada por uma garota que preferiu partir. Era apaixonado. Era.




